quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

A colite.

O que descobri sobre a colite.

Um dia viajando, vendendo madeira, fui dormir em Itaúna – MG, e conheci um viajante vendedor de café de Nepomuceno, começamos a conversar sobre assuntos diversos e surgiu o assunto óleo-de-copaíba que deu vazão a lamentos em relação a doença de sua esposa, que se resumia em dores, cólicas abdominais e desinterias, e que já havia ido em vários médicos e não tinha achado solução, disse que estava desanimado e sem saber o que fazer. A conclusão da conversa foi que eu passei dois frascos de copaíba e meu telefone, e depois de 3 meses ele me procurou novamente e levou mais 3 frascos, e desapareceu. Muito tempo depois encontrei o dito, perguntei da mulher e ele me respondeu com satisfação que nunca mais havia ocorrido crises.
     Existem tipos variados de colite que são inflamações no intestino. Geralmente todo processo inflamatório crônico é feito o tratamento a base de corticóides, que são elementos muito prejudiciais a saúde, que é usado em casos extremos durante alguns dias, apenas. Mais o que vemos nos casos de inflamações crônicas (colites, artrites, artroses e reumatismos diversos) são os tratamentos médicos continuados através de corticóides, que vai fazer o doente vir a ter no futuro mais duas ou três doenças provenientes do uso continuado desses medicamentos. Estes tratamentos podem ser substituídos pelos antiinflamatórios naturais como o copaíba(reticulata dunke) e andiroba(carapa guianensis). A única diferença entre estes dois processos é que os corticóides vão arrebentar o organismo para controlar a doença, enquanto os antiinflamatórios naturais vão curar a doença sem contra indicação nenhuma, isto é, não faz mal à saúde.
     As vezes o melhor caminho é simples, agente é quem complica...
3 comentários:

qual logica acreditar e como me tratar

Em qual logica acreditar e como me tratar?



Fungo provoca sinusite crônica, diz estudo
Pesquisadores norte-americanos descobriram a principal causa da sinusite crônica. O responsável por essa doença, que causa congestão nasal e dor de cabeça, são os fungos, segundo estudo da Clínica Mayo, nos EUA.
"Acreditava-se que a alergia ao fungo fosse responsável por apenas 10% dos casos", afirmou David Sherris à Folha, por e-mail. No entanto, o seu estudo provou o contrário.
Ele avaliou 210 pacientes que sofriam de sinusite crônica, doença provocada pela inflamação das membranas do nariz e da cavidade nasal.
Usando como material para pesquisa a mucosa do nariz, ele descobriu que 96% dos casos eram provocados por fungos, de 40 variedades diferentes.Os fungos entram pelo corpo por meio do sistema respiratório. "Nós os respiramos todos os dias", disse Sherris. "No entanto, eles são mais encontrados em regiões de clima quente e úmido."
Os pesquisadores também descobriram que a sinusite crônica é resultado de um processo do sistema imunológico (de defesa) e não de uma alergia.
Para responder a um processo alérgico, o corpo usa o anticorpo IgE, explicou Sherris."Observamos que em 101 pacientes a reação não era composta pelo IgE. Nesses pacientes, concluímos que o corpo usou uma célula específica, chamada eosinófilo, para matar os fungos no nariz", afirmou. Essa célula mata o fungo, mas também danifica a membrana do nariz, provocando a sinusite crônica.
Outros estudos estão sendo realizados para confirmar essa suspeita. Caso seja comprovado, ela poderá ajudar a criar remédios mais específicos contra a doença.
"Novas terapias para tratar sinusite crônica estão sendo desenvolvidas com base nessa descoberta, e deverão estar disponíveis daqui a quatro ou cinco anos", afirmou Sherris.
Diferentemente da versão crônica da doença, a sinusite aguda é geralmente causada por bactérias e seu tratamento é feito com antibióticos.

No Brasil, as causas são diferentes
O fungo não é a principal causa da sinusite crônica no Brasil, segundo Ricardo Ferreira Bento, professor de otorrinolaringologia da USP. As principais causas seriam a poeira e a poluição.
"Essas causas são comuns em cidades cosmopolitas", afirmou Bento.

As causas variam muito de lugar para lugar. Por isso, nem sempre um estudo nos EUA reflete a realidade brasileira. "Há diferença até mesmo entre os Estados."
Ele afirma também que a sinusite é uma reação alérgica, e não imunológica (de defesa), como sugere a pesquisa. "É difícil extrapolar resultados como esse", disse.

.Conclusão a que chegamos.Em quem acreditar, ou como fazer um tratamento, sem a certeza da causa da moléstia. Ainda bem que temos produtos naturais para curar isto senão estaríamos perdidos.


Sistema de defesa é o segredo de tudo!

Sistema de defesa é o segredo de tudo!


A AIDS, também definida como SIDA, é a síndrome da imunodeficiência adquirida. Seus portadores apresentam inúmeros sintomas e infecções, o que resulta no dano ao sistema imunológico.
Seu contágio se dá através da contaminação pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV). Este vírus ataca principalmente os linfócitos que comandam a defesa de nosso organismo.
Como conseqüência do ataque pelo vírus HIV, o número de linfócitos é diminuído drasticamente e o organismo humano fica completamente desprotegido contra uma série de doenças oportunistas e infecções.
Para entendermos um pouco mais sobre esta doença, é interessante sabermos que o HIV é um retrovírus (vírus com genoma de RNA) que age infectando nossas células e, uma vez dentro delas, multiplica-se rapidamente.
Este vírus provoca a morte dos linfócitos (células de defesa) devido a grande quantidade de novos vírus que produz em seu interior. Quando infectadas, as células de defesa são atacadas pelo sistema imunológico, pois, por apresentarem proteínas do vírus em sua membrana, nosso organismo não é mais capaz de  reconhecê-las.
Há ainda linfócitos infectados pelo HIV que não apresentam replicação de vírus, contudo, mesmo nestes casos, a célula perde suas funções devido a presença deste invasor em seu núcleo.
O vírus da AIDS geralmente é transmitido através de secreções genitais ou pelo sangue. Seu contágio ocorre via sexual, intravenosa ou de mãe para filho.
Apesar de ainda não existir cura para esta doença, há tratamentos muito eficazes que diminuem a proliferação do vírus.



Previna-se.

Alimento funcional perfeito.

Alimento funcional perfeito.



Castanha do para adquire status internacional como alimento funcional perfeito. Imagine um produto que reúna os aminoácidos essenciais para o crescimento, micro nutrientes que previnem o câncer, a catarata, o envelhecimento e ativam as atividades cerebrais. Este produto existe, é um alimento vegetal, brasileiro, pode ser consumido em forma de bolacha, biscoito, salgadinho tira-gosto ou cereal matinal com formas, cores e sabores diversificados. É a castanha-do-brasil (Berthollitia excelsa), também conhecida como castanha-da-amazônia ou castanha-do-pará. Este arsenal de saúde, por enquanto, está rotineiramente ao alcance dos moradores da Amazônia, a região produtora da castanha, e dos países importadores. Em outras regiões do Brasil, a castanha ainda é só um produto da cesta natalina. Mas a sua popularização parece ser uma questão de tempo. Uma pesquisa da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), além de ajudar a divulgar as propriedades nutricionais da castanha-do-brasil, chegou à fórmula capaz de transformá-la em produto de larga aceitação pelos consumidores e forte apelo comercial. Um cereal matinal é o fruto de uma pesquisa de três anos que valeu a Maria Luzenira de Souza, da Universidade Federal do Acre, o título de Doutora em Tecnologia de Alimentos.
 O processo de beneficiamento começa com a redução, por prensagem, da quantidade do teor de óleo da castanha, de 68% para 25%. O óleo, de altíssima qualidade, é comestível e está sendo usado também como matéria-prima de produtos farmacêuticos e cosméticos como sabonetes. À torta - o resíduo da prensagem - se acrescenta a farinha de mandioca, na proporção média de 70% de castanha e o restante de farinha. A farinha de mandioca ajuda a diluir o teor de óleo que ainda fica na castanha e a aumentar o teor de fibras. “Conseguimos o que pretendíamos: um produto menos calórico do que a amêndoa e de alto valor proteico”, explica a pesquisadora. Para ela, a castanha-do-brasil pode, tranquilamente, substituir a soja como fonte de proteínas, alternativa à carne, ou ser consumida associada à soja. “A castanha-do-brasil é a carne vegetal. Duas castanhas correspondem à proteína de um ovo, considerado a proteína completa, com a vantagem de, como alimento vegetal, não conter colesterol”, garante Luzenira.

 Para a doutora em Tecnologia de Alimentos da Unicamp, Hilary Castle Menezes, orientadora da tese, “a castanha não é remédio, mas um alimento funcional importante na prevenção de doenças, de crianças até os mais idosos”. A proteína da castanha tem aminoácidos essenciais para o crescimento, daí a importância dessa oleaginosa na alimentação infantil. A castanha é rica em selênio, elemento protetor, cuja falta está diretamente relacionada a doenças como aterosclerose, artrite, cirrose, enfisema e câncer. Pesquisadores da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, descobriram, ainda, que o selênio interage com a química do organismo para oferecer proteção contra as células cancerígenas, especialmente na mama.

Coca-cola; um veneno lento

Fórmula da coca-cola; um veneno lento.

 Aula sobre refrigerantes; Na verdade, a fórmula ‘secreta’ da Coca-Cola se desvenda em 18 segundos em qualquer espectrômetro-ótico, e basicamente até os cachorros a conhecem. Só que não dá para fabricar igual, a não ser que você tenha uns 10 bilhões de dólares para brigar com a Coca-Cola na justiça, porque eles vão cair matando. A fórmula da Pepsi tem uma diferença básica da Coca-Cola e é proposital exatamente para evitar processo judicial. Não é diferente porque não conseguiram fazer igual não, é de propósito, mas próximo o suficiente para atrair o consumidor da Coca-Cola que quer um gostinho diferente com menos sal e açúcar. Entre outras coisas, fui eu quem teve de aprender tudo sobre refrigerante gaseificado. Para produzir o guaraná Golly por exemplo, aqui (nos EUA), usa o concentrado Brahma. Está no mercado até hoje, mas falhou terrivelmente em estratégia promocional e vende só para o mercado local, tudo isso devido à cabeça dura de alguns diretores. Tive que aprender química, entender tudo sobre componentes de refrigerantes, conservantes, sais, ácidos, cafeína, enlatamento, produção de label de lata, permissões, aprovações e muito etc. e tal. Montei um mini-laboratório de análise de produto, equipamento até para analisar quantidade de sólidos, etc. Até desenvolvi programas para PC para cálculo da fórmula com base nos volumes e tipo de envasamento (plástico ou alumínio), pois isso muda os valores e o sabor. Tivemos até equipe de competição em stock-car. Ora, a imensa quantidade de sal que a Coca-Cola usa (50mg de sódio na lata), você logo vê que a Coca-Cola fica igualzinha a qualquer outro refrigerante sem-vergonha, porcaria, adocicado e enjoado. É exatamente o Cloreto de Sódio em exagero (que eles dizem ser ‘very low sodium’) que refresca e ao mesmo tempo dá sede em dobro, pedindo outro refrigerante, e não enjoa porque o tal sal mata literalmente a sensibilidade ao doce, que também tem de montão: 39 gramas de ‘açúcar’ (sacarose). É ridículo, dos 350 gramas de produto líquido, mais de 10% é açúcar. Imagine numa lata de Coca-Cola, mais de 1 centímetro e meio da lata é açúcar puro… Isso dá aproximadamente umas 3 colheres de sopa CHEIAS DE AÇÚCAR POR LATA!… – Fórmula da Coca-Cola ?… Simples: Concentrado de Açúcar queimado – Caramelo – para dar cor escura e gosto; ácido ortofosfórico (azedinho); sacarose – açúcar (HFCS – High Fructose Corn Syrup – açúcar líquido da frutose do milho); extrato da folha da planta COCA (África e Índia) e poucos outros aromatizantes naturais de outras plantas, cafeína, e conservante que pode ser Benzoato de Sódio ou Benzoato de Potássio, Dióxido de carbono de montão para fritar a língua quando você a toma e junto com o sal dar a sensação de refrigeração. O uso de ácido ortofosfórico e não o ácido cítrico como todos os outros usam, é para dar a sensação de dentes e boca limpa ao beber, o fosfórico literalmente frita tudo e em quantidade pode até causar decapamento do esmalte dos dentes, coisa que o cítrico ataca com muito menor violência, pois o artofosfórico ‘chupa’ todo o cálcio do organismo, podendo causar até osteoporose, sem contar o comprometimento na formação dos ossos e dentes das crianças em idade de formação óssea, dos 2 aos 14 anos. Tente comprar ácido fosfórico para ver as mil recomendações de segurança e manuseio (queima o cristalino do olho, queima a pele, etc.). Só como informação geral, é proibido usar ácido fosfórico em qualquer outro refrigerante, só a Coca-Cola tem permissão… (claro, se tirar, a Coca-Cola ficará com gosto de sabão). O extrato da coca e outras folhas quase não mudam nada no sabor, é mais efeito cosmético e mercadológico, assim como o guaraná, você não sente o gosto dele, nem cheiro, (o verdadeiro guaraná tem gosto amargo) ele está lá até porque, legalmente tem que estar, (questão de registro comercial), mas se tirar você nem nota diferença no gosto. O gosto é dado basicamente pelas quantidades diferentes de açúcar, açúcar queimado, sais, ácidos e conservantes. Tem uma empresa química aqui em Bartow, sul de Orlando. Já visitei os caras inúmeras vezes e eles basicamente produzem aromatizantes e essências para sucos. Sais concentrados e essências o dia inteiro, caminhão atrás de caminhão! Eles produzem isso para fábricas de sorvete, refrigerantes, sucos, enlatados, até comida colorida e aromatizada. Visitando a fábrica, pedi para ver o depósito de concentrados das frutas, que deveria ser imenso, cheio de reservatórios imensos de laranja, abacaxi, morango, e tantos outros (comentei). O sujeito olhou para mim, deu uma risadinha e me levou para visitar os depósitos imensos de corantes e mais de 50 tipos de componentes químicos. O refrigerante de laranja, o que menos tem é laranja; morango, até os gominhos que ficam em suspensão são feitos de goma (uma liga química que envolve um semipolímero). Abacaxi é um festival de ácidos e mais goma. Essência para sorvete de Abacate? Usam até peróxido de hidrogênio (água oxigenada) para dar aquela sensação de arrasto espumoso no céu da boca ao comer, típico do abacate. O segundo refrigerante mais vendido aqui nos Estados Unidos é o Dr. Pepper, o mais antigo de todos, mais antigo que a própria Coca-Cola. Esse refrigerante era vendido obviamente sem refrigeração e sem gaseificação em mil oitocentos e pedrada, em garrafinhas com rolha como medicamento, nas carroças ambulantes que você vê em filmes do velho oeste americano. Além de tirar dor de barriga e unha encravada, também tirava mancha de ferrugem de cortina, além de ajudar a renovar a graxa dos eixos das carroças. Para quem não sabe, Dr. Pepper tem um sabor horrível, e é muito fácil de experimentar em casa: pegue GELOL spray, aquele que você usa quando leva um chute na canela, e dê um bom spray na boca! Esse é o gosto do tal famoso Dr.Pepper que vende muito por aqui. – Refrigerante DIET... Quer saber a quantidade de lixo que tem em refrigerante diet ? Não uso nem para desentupir a pia, porque tenho pena da tubulação de pvc… Olha, só para abrir os olhos dos cegos: os produtos adocicantes diet têm vida muito curta. O aspartame, por exemplo, após 3 semanas de molhado passa a ter gosto de pano velho sujo. Para evitar isso, soma-se uma infinidade de outros químicos, um para esticar a vida do aspartame, outro para dar buffer (arredondar) o gosto do segundo químico, outro para neutralizar a cor dos dois químicos juntos que deixam o líquido turvo, outro para manter o terceiro químico em suspensão, senão o fundo do refrigerante fica escuro, outro para evitar cristalização do aspartame, outro para realçar, dar ‘edge’ no ácido cítrico ou fosfórico que acaba sofrendo pela influência dos 4 produtos químicos iniciais, e assim vai… A lista é enorme. Depois de toda essa minha experiência com produção e estudo de refrigerantes, posso afirmar: Sabe qual é o melhor refrigerante? Água filtrada, de preferência duplamente filtrada, laranja ou limão espremido e gelo… Mais nada !!! Nem açúcar, nem sal. Prof. Dr. Carlos Alexandre Fett, Faculdade de Educação Física da UFMT, Mestrado da Nutrição da UFMT, Laboratório de Aptidão Física e Metabolismo – 3615 8836 Consultoria em Performance Humana e Estética.

 **O QUE ACONTECE QUANDO VOCÊ ACABA DE BEBER UMA LATA DE REFRIGERANTE**

Primeiros 10 minutos:10 colheres de chá de açúcar batem no seu corpo, 100% do recomendado diariamente. Você não vomita imediatamente pelo doce extremo, porque o ácido fosfórico corta o gosto. 20 minutos:O nível de açúcar em seu sangue estoura, forçando um jorro de insulina. O fígado responde transformando todo o açúcar que recebe em gordura (É muito para este momento em particular). 40 minutos: empurra cálcio, magnésio e zinco para o intestino grosso, aumentando o metabolismo. As altas doses de açúcar e outros adoçantes aumentam a excreção de cálcio na urina, ou seja, está urinando seus ossos, uma das causas das OSTEOPOROSE. 60 minutos: As propriedades diuréticas da cafeína entram em ação a tudo que estava no refrigerante, mas não sem antes ter posto para fora, junto, coisas das quais farão falta ao seu organismo. *Pense nisso antes de beber refrigerantes. Se não puder evitá-los, modere sua ingestão! Prefira sucos naturais. Seu corpo agradece! *Se achar interessante, repasse. Certamente estará fazendo bem a alguém.
Retirei  da Internet e repasso a todos.

A medicina de 100 anos atrás


Se a gente voltar cem anos atrás e pensar como funcionava a medicina, veríamos que o médico consultava e receitava. O que o medico receitava ? As plantas da flora nativa (folhas, raízes, flores, tubérculos, etc).O paciente chegava com a receita à farmácia e o farmacêutico fazia a manipulação para preparar o remédio. A farmácia desta época era repleta de frascos, em cada frasco continha um tipo de elemento florístico onde o farmacêutico era capacitado para  fazer os remédios. O mais importante é que a medicina antiga, de aproximadamente cem anos atrás trabalhava com a cura, enquanto que a medicina moderna trabalha para controlar a doença. Esta deformação veio da industrialização dos laboratórios farmacêuticos. Nada mais natural e justo do que uma empresa lucrar e trabalhar sempre para ser mais eficiente e distribuir dividendos para seus acionistas. Agora, toda a injustiça disso, é visar lucro em cima do sofrimento humano (saúde,dor). A vida humana não poderia estar sujeita à isto.      

Poder da copaíba









Pesquisa investiga poder da copaíba Circulação - É a primeira vez no mundo que se verifica efeitos sobre o sistema vascular
O óleo de copaíba ganha mais uma função no tratamento de doenças. Agora, uma pesquisa inédita revela que a copaíba, nativa da região amazônica, pode ajudar também no tratamento de acidente vascular cerebral (AVC), conhecido popularmente como derrame. A copaíba tem seu óleo consagrado na medicina popular no tratamento de gripes, tosses, bronquites, inflamação da garganta e artrite. Diversos componentes também apresentam atividade farmacológica cientificamente comprovada, como o beta-cariofileno, que atua como anti-inflamatório e protetor da mucosa gástrica, solucionando problemas de azia, úlcera e gastrite. Desta vez, uma pesquisa financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa (Fapespa), do Governo do Estado, aponta que a planta pode ajudar a tratar o AVC.
E não apenas isso, a resina da copaíba é duas vezes mais potente que a minociclina, um dos anti-inflamatórios mais usados no tratamento da doença. O processo com a copaíba, executado em nível de mestrado em neurociência e biologia celular, pelo biólogo da Universidade Federal do Pará (UFPA) Adriano Guimarães, por enquanto é testado apenas em ratos e ainda carece de testes toxicológicos para averiguar se as substâncias não afetam também a formação de novos neurônios. Porém, um dos principais resultados já pôde ser comprovado: a potência do óleo de resina da copaíba também em tratamentos cerebrais. Para esta conclusão, o cientista injetou no cérebro do rato pequenas doses de um produto químico que causa vasoconstrição, um processo de contração dos vasos sanguíneos, que na prática simula um coágulo que ocorre no processo normal de isquemia, comum em quem sofre um AVC. Para evitar a proliferação dos neutrófilos e macrófilos - células de defesa do corpo que eliminam as células doentes antes que estas se recuperem - foram injetadas altas doses de óleo de resina da copaíba no abdômen do rato.
O trabalho no Laboratório de Neuroproteção e Regeneração da UFPA levou dois anos e um investimento de mais de R$ 30 mil pelo Governo do Estado. Os resultados foram surpreendentes: nas primeiras 24 horas de monitoramento do rato, houve uma inibição de 33% dos neutrófilos, que agem mais rapidamente. Em 72 horas, houve a redução de 64% da lesão dos macrófilos. "Isto é mais do que o dobro da inibição observada na droga experimental mais utilizada atualmente, que é a minociclina. Como a copaíba tem propriedades anti-inflamatórias, já esperávamos uma redução das lesões, mas não neste nível. É muito mais potente", afirma o autor da tese "Efeitos neuroprotetores e neurogênicos de extratos de plantas da Amazônia brasileira em um modelo experimental de acidente vascular encefálico", financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Pará (Fapespa).
Outra vantagem da copaíba em relação a anti-inflamatórios existentes no mercado é que, ao invés de ter a eficácia prevalecendo apenas em homens, a copaíba é uma planta que apresenta resultados positivos também em mulheres.
LACUNAS
Adriano Guimarães explicou que a manipulação da resposta imune do sistema nervoso central é muito mais complexa do que em outras partes do corpo. Por isso, apesar deste tema ser muito estudado pela ciência, ainda existem muitas lacunas a serem respondidas. "Seria uma alternativa a mais para o tratamento. Com a copaíba, conseguimos inibir a chegada de parte das células ao sistema nervoso central por mecanismos que ainda não conseguimos desvendar. Mas já temos um projeto pronto para mapear as possíveis vias farmacológicas pelas quais o óleo da copaíba atua no organismo. Foi o primeiro passo, talvez um dos mais importantes, porque é a primeira vez no mundo que se está investigando os efeitos da copaíba no sistema nervoso", afirma.
O pesquisador acredita que em mais alguns anos a ciência possa chegar a este resultado. Nesta nova fase, explica o cientista, também se fará a separação dos componentes da planta (para descobrir os principais responsáveis por este resultado); se avaliarão os efeitos colaterais; e a diminuição da dosagem da copaíba. Inicialmente, foram aplicadas 400 mg/kg. Agora, a ideia é diminuir esta dosagem para descobrir qual o percentual ideal de aplicação, sem que haja perdas da eficácia.
O pesquisador alerta que nem toda árvore produz o óleo eficaz no tratamento de inflamações. Por existirem várias espécies de copaíba, os elementos químicos da resina extraída podem variar conforme a região e o solo no qual a árvore é plantada. "Muitos dos óleos de copaíba que encontramos no mercado também já passaram por outras mistura, por isso, não adianta comprar e achar que vai melhorar. É preciso entender como ela atua no cérebro e chegar à fórmula precisa", afirmou.
Em longo prazo, o que se espera do trabalho é que os pacientes de AVC possam ter uma alternativa de tratamento, feita a partir de produtos da Amazônia, em um período mais curto e com menos danos colaterais. "A copaíba é uma gota no oceano quando se fala da riqueza da biodiversidade amazônica e do quanto ainda temos a descobrir.
Casos de Acidente Vascular Cerebral matam 30% da população brasileira
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima-se que mais de 5 milhões de pessoas morram a cada ano por causa de acidentes cardiovasculares. E o acidente vascular cerebral (AVC) é responsável por 30% dos óbitos registrados no Brasil. O estudo mostra que ainda que os pacientes que sobreviveram a um AVC têm grandes chances de conviver com sequelas. Cerca de 30% necessitam de auxílio para caminhar e 20% ficam com problemas de cognição, aprendizado, atenção, julgamento e memória.
A doença é causada pelo entupimento de uma artéria cerebral por um coágulo, que impede que o sangue chegue adequadamente a regiões importantes do cérebro, causando lesão celular e danos nas funções neurológicas.
Dentre os sintomas, pode-se constatar a diminuição ou perda súbita da força na face, braço ou perna de um mesmo lado do corpo; alteração súbita da sensibilidade com sensação de formigamento na face, braço ou perna de um lado do corpo; perda súbita de visão em um olho, eventualmente nos dois olhos; alteração aguda da fala, incluindo dificuldade para articular e expressar ou para compreender a linguagem; dor de cabeça súbita e intensa sem causa aparente; e a instabilidade, vertigem súbita intensa e desequilíbrio associado a náuseas ou vômitos.
Sinais que já deixaram, por duas vezes, a família do bancário aposentado Ewerton Castro, 72 anos, sobressaltada. O primeiro derrame, como também é conhecida a doença, ocorreu durante o expediente de trabalho. "Fiquei muito assustado, comecei a sentir uma fraqueza nos braços e de repente não vi mais nada. Pensei que fosse morrer", afirmou Castro, que conseguiu sobreviver ao problema sem apresentar maiores danos.
Porém o mesmo feito não se repetiu na reincidência, ocorrida no final do ano passado. Apesar de manter intacta a lucidez e a fala, hoje Ewerton já não consegue andar. "Sei que talvez não esteja vivo até que a ciência descubra um jeito de reverter isso, mas fico feliz de saber que talvez outras pessoas possam ter esta chance", disse o aposentado.
Óleo já é muito valorizado no mundo todo pelas propriedades medicinais
As copaibeiras são árvores nativas da região tropical da América Latina e da África Ocidental. No Brasil é encontrada principalmente na região Amazônica e no Centro-Oeste. O óleo de copaíba é basicamente uma resina coletada do tronco da copaibeira. Através de incisões, se extrai a resina, e a partir dela se produz o óleo, um líquido transparente, viscoso e fluido, de sabor amargo, com cor entre amarelo até marrom claro dourado. O uso mais comum é o medicinal, empregado como anti-inflamatório e até mesmo anticancerígeno.
Pelas propriedades químicas e medicinais, o óleo de copaíba é bastante procurado nos mercados regional, nacional e internacional, já despertando o interesse, inclusive, da indústria cosmética.Porém, a história remete que antes mesmo de o Brasil ser colonizado, este potencial era utilizado pelos animais e índios. Os índios começaram a usar o poder cicatrizante da copaíba ao perceber que os animais esfregavam seus corpos no tronco da árvore quando estavam feridos.
Depois disso, os índios da Amazônia utilizavam o óleo para untar o corpo depois dos combates para curar as feridas. Os colonos descobriram outras aplicações, utilizando-o como antisséptico das vias urinárias e respiratórias, particularmente bronquites. E, anos mais tarde, a planta também passou a ser alvo de estudos da ciência.