quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

A medicina de 100 anos atrás


Se a gente voltar cem anos atrás e pensar como funcionava a medicina, veríamos que o médico consultava e receitava. O que o medico receitava ? As plantas da flora nativa (folhas, raízes, flores, tubérculos, etc).O paciente chegava com a receita à farmácia e o farmacêutico fazia a manipulação para preparar o remédio. A farmácia desta época era repleta de frascos, em cada frasco continha um tipo de elemento florístico onde o farmacêutico era capacitado para  fazer os remédios. O mais importante é que a medicina antiga, de aproximadamente cem anos atrás trabalhava com a cura, enquanto que a medicina moderna trabalha para controlar a doença. Esta deformação veio da industrialização dos laboratórios farmacêuticos. Nada mais natural e justo do que uma empresa lucrar e trabalhar sempre para ser mais eficiente e distribuir dividendos para seus acionistas. Agora, toda a injustiça disso, é visar lucro em cima do sofrimento humano (saúde,dor). A vida humana não poderia estar sujeita à isto.      

Poder da copaíba









Pesquisa investiga poder da copaíba Circulação - É a primeira vez no mundo que se verifica efeitos sobre o sistema vascular
O óleo de copaíba ganha mais uma função no tratamento de doenças. Agora, uma pesquisa inédita revela que a copaíba, nativa da região amazônica, pode ajudar também no tratamento de acidente vascular cerebral (AVC), conhecido popularmente como derrame. A copaíba tem seu óleo consagrado na medicina popular no tratamento de gripes, tosses, bronquites, inflamação da garganta e artrite. Diversos componentes também apresentam atividade farmacológica cientificamente comprovada, como o beta-cariofileno, que atua como anti-inflamatório e protetor da mucosa gástrica, solucionando problemas de azia, úlcera e gastrite. Desta vez, uma pesquisa financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa (Fapespa), do Governo do Estado, aponta que a planta pode ajudar a tratar o AVC.
E não apenas isso, a resina da copaíba é duas vezes mais potente que a minociclina, um dos anti-inflamatórios mais usados no tratamento da doença. O processo com a copaíba, executado em nível de mestrado em neurociência e biologia celular, pelo biólogo da Universidade Federal do Pará (UFPA) Adriano Guimarães, por enquanto é testado apenas em ratos e ainda carece de testes toxicológicos para averiguar se as substâncias não afetam também a formação de novos neurônios. Porém, um dos principais resultados já pôde ser comprovado: a potência do óleo de resina da copaíba também em tratamentos cerebrais. Para esta conclusão, o cientista injetou no cérebro do rato pequenas doses de um produto químico que causa vasoconstrição, um processo de contração dos vasos sanguíneos, que na prática simula um coágulo que ocorre no processo normal de isquemia, comum em quem sofre um AVC. Para evitar a proliferação dos neutrófilos e macrófilos - células de defesa do corpo que eliminam as células doentes antes que estas se recuperem - foram injetadas altas doses de óleo de resina da copaíba no abdômen do rato.
O trabalho no Laboratório de Neuroproteção e Regeneração da UFPA levou dois anos e um investimento de mais de R$ 30 mil pelo Governo do Estado. Os resultados foram surpreendentes: nas primeiras 24 horas de monitoramento do rato, houve uma inibição de 33% dos neutrófilos, que agem mais rapidamente. Em 72 horas, houve a redução de 64% da lesão dos macrófilos. "Isto é mais do que o dobro da inibição observada na droga experimental mais utilizada atualmente, que é a minociclina. Como a copaíba tem propriedades anti-inflamatórias, já esperávamos uma redução das lesões, mas não neste nível. É muito mais potente", afirma o autor da tese "Efeitos neuroprotetores e neurogênicos de extratos de plantas da Amazônia brasileira em um modelo experimental de acidente vascular encefálico", financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Pará (Fapespa).
Outra vantagem da copaíba em relação a anti-inflamatórios existentes no mercado é que, ao invés de ter a eficácia prevalecendo apenas em homens, a copaíba é uma planta que apresenta resultados positivos também em mulheres.
LACUNAS
Adriano Guimarães explicou que a manipulação da resposta imune do sistema nervoso central é muito mais complexa do que em outras partes do corpo. Por isso, apesar deste tema ser muito estudado pela ciência, ainda existem muitas lacunas a serem respondidas. "Seria uma alternativa a mais para o tratamento. Com a copaíba, conseguimos inibir a chegada de parte das células ao sistema nervoso central por mecanismos que ainda não conseguimos desvendar. Mas já temos um projeto pronto para mapear as possíveis vias farmacológicas pelas quais o óleo da copaíba atua no organismo. Foi o primeiro passo, talvez um dos mais importantes, porque é a primeira vez no mundo que se está investigando os efeitos da copaíba no sistema nervoso", afirma.
O pesquisador acredita que em mais alguns anos a ciência possa chegar a este resultado. Nesta nova fase, explica o cientista, também se fará a separação dos componentes da planta (para descobrir os principais responsáveis por este resultado); se avaliarão os efeitos colaterais; e a diminuição da dosagem da copaíba. Inicialmente, foram aplicadas 400 mg/kg. Agora, a ideia é diminuir esta dosagem para descobrir qual o percentual ideal de aplicação, sem que haja perdas da eficácia.
O pesquisador alerta que nem toda árvore produz o óleo eficaz no tratamento de inflamações. Por existirem várias espécies de copaíba, os elementos químicos da resina extraída podem variar conforme a região e o solo no qual a árvore é plantada. "Muitos dos óleos de copaíba que encontramos no mercado também já passaram por outras mistura, por isso, não adianta comprar e achar que vai melhorar. É preciso entender como ela atua no cérebro e chegar à fórmula precisa", afirmou.
Em longo prazo, o que se espera do trabalho é que os pacientes de AVC possam ter uma alternativa de tratamento, feita a partir de produtos da Amazônia, em um período mais curto e com menos danos colaterais. "A copaíba é uma gota no oceano quando se fala da riqueza da biodiversidade amazônica e do quanto ainda temos a descobrir.
Casos de Acidente Vascular Cerebral matam 30% da população brasileira
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima-se que mais de 5 milhões de pessoas morram a cada ano por causa de acidentes cardiovasculares. E o acidente vascular cerebral (AVC) é responsável por 30% dos óbitos registrados no Brasil. O estudo mostra que ainda que os pacientes que sobreviveram a um AVC têm grandes chances de conviver com sequelas. Cerca de 30% necessitam de auxílio para caminhar e 20% ficam com problemas de cognição, aprendizado, atenção, julgamento e memória.
A doença é causada pelo entupimento de uma artéria cerebral por um coágulo, que impede que o sangue chegue adequadamente a regiões importantes do cérebro, causando lesão celular e danos nas funções neurológicas.
Dentre os sintomas, pode-se constatar a diminuição ou perda súbita da força na face, braço ou perna de um mesmo lado do corpo; alteração súbita da sensibilidade com sensação de formigamento na face, braço ou perna de um lado do corpo; perda súbita de visão em um olho, eventualmente nos dois olhos; alteração aguda da fala, incluindo dificuldade para articular e expressar ou para compreender a linguagem; dor de cabeça súbita e intensa sem causa aparente; e a instabilidade, vertigem súbita intensa e desequilíbrio associado a náuseas ou vômitos.
Sinais que já deixaram, por duas vezes, a família do bancário aposentado Ewerton Castro, 72 anos, sobressaltada. O primeiro derrame, como também é conhecida a doença, ocorreu durante o expediente de trabalho. "Fiquei muito assustado, comecei a sentir uma fraqueza nos braços e de repente não vi mais nada. Pensei que fosse morrer", afirmou Castro, que conseguiu sobreviver ao problema sem apresentar maiores danos.
Porém o mesmo feito não se repetiu na reincidência, ocorrida no final do ano passado. Apesar de manter intacta a lucidez e a fala, hoje Ewerton já não consegue andar. "Sei que talvez não esteja vivo até que a ciência descubra um jeito de reverter isso, mas fico feliz de saber que talvez outras pessoas possam ter esta chance", disse o aposentado.
Óleo já é muito valorizado no mundo todo pelas propriedades medicinais
As copaibeiras são árvores nativas da região tropical da América Latina e da África Ocidental. No Brasil é encontrada principalmente na região Amazônica e no Centro-Oeste. O óleo de copaíba é basicamente uma resina coletada do tronco da copaibeira. Através de incisões, se extrai a resina, e a partir dela se produz o óleo, um líquido transparente, viscoso e fluido, de sabor amargo, com cor entre amarelo até marrom claro dourado. O uso mais comum é o medicinal, empregado como anti-inflamatório e até mesmo anticancerígeno.
Pelas propriedades químicas e medicinais, o óleo de copaíba é bastante procurado nos mercados regional, nacional e internacional, já despertando o interesse, inclusive, da indústria cosmética.Porém, a história remete que antes mesmo de o Brasil ser colonizado, este potencial era utilizado pelos animais e índios. Os índios começaram a usar o poder cicatrizante da copaíba ao perceber que os animais esfregavam seus corpos no tronco da árvore quando estavam feridos.
Depois disso, os índios da Amazônia utilizavam o óleo para untar o corpo depois dos combates para curar as feridas. Os colonos descobriram outras aplicações, utilizando-o como antisséptico das vias urinárias e respiratórias, particularmente bronquites. E, anos mais tarde, a planta também passou a ser alvo de estudos da ciência.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

A COPAIBA

O óleo do milagre

Quando comecei a me interessar pelo assunto -óleos medicinais- foi quando eu trouxe um pouco de copaíba puro para uso próprio, pois tinha quatro problemas de saúde que me incomodavam bastante. Sinusite (inflamações nas mucosas nasais), Nefrite, pedras nos rins, vitiligo (manchas brancas na pele) e cistite (infecção de urina). Só comecei a tomar o óleo de copaíba puro depois de já estar desesperado, pois os remédios dos médicos não adiantavam mais, via que estava deteriorando a saúde, sentindo muita dor e falta de ar, decorrido da sinusite. Certo dia fui em Coqueiral, uma cidade próxima onde um farmacêutico antigo tinha uma fórmula secreta onde ele fazia uma mistura de elementos que solucionaria meu problema de nefrite (inflamação dos rins), mas daí que voltei decepcionado, pois o senhor da fórmula secreta havia falecido. Pensei; Estou perdido, só Deus para me ajudar !  Foi quando viajei para o estado do Pará e trouxe o óleo para o uso. 
Comecei a tomá-lo e passado aproximadamente uma semana, já não sentia mais dores e tinha melhorado quase que milagrosamente, foi quando pensei; "Será que eu não poderia passá-lo para frente ?" Parti então para prestar atenção às pessoas mais próximas que estavam doentes e comecei a doar o restante, pois tinha muito óleo só para o meu uso. Tive uma surpresa muito grande quando as pessoas começaram a melhorar e começaram a me contactar, pensei; "Bom, vamos trazer um produto para passar para as pessoas".
As vezes as pessoas me perguntam: "Qual o farmacêutico e laboratório responsáveis ? Eu as respondo: "A natureza é o laboratório e Deus é o farmacêutico responsável'"
Quantas pessoas não estão em uma situação sem 'eira nem beira' de já ter tomado todo o tipo de remédios, feito exames e 'haja dinheiro', mas solução que é bom.... 'Neca de pitibiriba'. Tomei uma decisão; Vou passar o conhecimento adquirido em cima de informações conquistadas através de 10 anos com experiências diárias de pessoas com os mais variáveis males físicos. Sabemos que, a providência divina, na sua misericórdia infinita nos concedeu remédios naturais para todos os males possíveis. Temos na natureza a cura sem sofrimento.

Andiroba é a oferta que Amazônia faz ao mundo do futuro


O óleo de andiroba possui excelentes propriedades. Mas muitas pessoas não sabem disso e acabam deixando de usufruir os inúmeros benefícios. O óleo é também muito conhecido como bálsamo de andiroba, e é extraído da semente da andiroba. A andiroba é a oferta que a amazônia faz ao mundo do futuro, segredo que a cultura cabocla guardou, por milênios, para a cura e o embelezamento da humanidade. Esta árvore amazônica é típica das várzeas e ilhas. As suas flores produzem uma agradável fragrância, perfumando as alturas e atraindo os pássaros que passeiam pelo céu da amazônia.O óleo extraído dessa semente possui propriedades regeneradoras, amaciando e estimulando a pele e aliviando as dores causadas por inflamações. O óleo também é utilizado no relaxamento muscular, na fadiga, como anti-séptico, emoliente e hidratante.

Por causa dessas propriedades, o óleo de andiroba deixa a pele macia e acetinada e previne contra a temerosa celulite . Atua, na pele, regenerando e estimulando o tecido epitelial.O método tradicional para produção do óleo de Andiroba é colher as sementes, que após ter caído das árvores flutuam no rio,que em seguida são fervidas e depois de duas semanas o óleo é extraído com uma simples prensa . Alivia e acalma a dor de tecidos inflamados e tem um excelente efeito sobre inchações e traumas.  Pode-se ser feitos cremes emolientes e hidratantes deste óleo e sabonete para moléstias da pele.Toxicidade/Contra-indicações: Não há referências nas literaturas consultadas. No caso por exemplo da herpes a medicina popular emprega 50% Óleo de Andiroba com 50% de Óleo de Copaíba no tratamento , deixando o líquido em contato com a ferida durante trinta minutos e aplicando duas vezes ao dia. Cosméticos: Utiliza-se o óleo em shampoos, condicionadores, cremes, loções e géis: 2 a 5%. Sabe-se ainda que o óleo da andiroba é utilizado como protetor solar .Doenças de articulações nos dias de hoje tem uma incidência acima do normal tendo crescido a cada ano.A liberdade do corpo muitas vezes é tolhida levando a pessoa a ficar sempre limitada e com dores. O óleo de Andiroba, esquecido e substituido pelos medicamentos quimicos tem poder altamente regenerador nas doenças da articulação que combatem  proporcionando uma vida normal e de liberdade.

Urtiga-branca: benefícios e propriedades medicinais

Urtiga-branca - Lamium album
Urtiga-branca – Lamium album
A urtiga-branca (Lamium album), é uma planta medicinal também conhecida como lâmio-branco, lamium, urtiga-morta, urtiga-de-abelha, erva-angélica, ortiga blanca e ortiga muerta (espanhol), lamii albi flos, ortie blanche e lamier blanc (francês), white dead-nettle e white nettle (inglês). Inclui os sinônimos botânicos Lamium dumeticola e Lamium petiolatum. Pertence a família Lamiaceae.

Benefícios da urtiga-branca

 
                  A urtiga-branca é uma erva adstringente e emoliente utilizada principalmente como um tônico uterino para reduzir o fluxo menstrual excessivo. É um tratamento tradicional para corrimento vaginal anormal e algumas vezes é utilizada para aliviar cólicas menstruais. Uma infusão é utilizada no tratamento natural de cálculos renais, diarreia, problemas menstruais, hemorragia pós-parto, descargas vaginais e prostatite. Externamente, a compressa de urtiga é aplicada a hemorroidas e varizes.
A água destilada das flores e folhas é uma excelente e eficaz colírio para aliviar as condições oftálmicas. Um remédios homeopático é feito a partir da urtiga-branca para o tratamento de distúrbios da bexiga, distúrbios renais e amenorreia.
A urtiga-branca é também utilizada como um tratamento à base de plantas medicinais para leucorreia, hiperplasia benigna da próstata (HBP) e problemas gastrointestinais. Suas flores fervidas em água podem ser usadas como uma erva medicinal para o catarro e hidropisia, e as raízes cozidas em vinho como um remédio para pedras nos rins. A planta é colhida no verão e pode ser secada para uso posterior. Nos textos sobre ervas medicinais mais antigos, como o The Herball, de 1597, escrito por John Gerard, a urtiga possui uma reputação como um potenciador de vitalidade. A Lamium album contém saponinas, mucilagem ,taninos, flavonoides, flavonóis, rutina, quercetina, kaempferol (quempferol) e flavonas. A colina e a tiramina são responsáveis pela ação anti-hemorrágica da urtiga. Os flavonóis pode também contribuir para uma ação hemostática da planta.

Contraindicações e efeitos colaterais da urtiga-branca

Não foram relatados efeitos colaterais decorrentes do uso da urtiga-branca.
História e curiosidades
A urtiga-branca é uma planta medicinal nativa da Europa, Ásia, Norte da África e América do Norte. Cresce ao lado de estradas, ao longo de cercas e nas florestas entre os arbustos. A urtiga-branca é uma planta perene que atnge até 60 cm de altura. As folhas são ovais ou em forma de coração, reticulada e com veios que ocorrem na frente. Suas folhas estão em pares nas hastes, cada par perpendicular acima e abaixo dela. As hastes são quadradas e as flores são brancas com dois bordos dispostas em espiral de seis a doze flores. As flores têm dois pares de estames, um dos quais é longo e outro curto.
A urtiga-branca floresce no início da primavera e tem sua floração durante o verão. As suas flores possuem uma boa oferta de pólen, e, portanto, atrai muitas abelhas, contudo, quando machucadas tem um cheiro forte e desagradável. A espécie Lamium album faz parte da Relação Nacional de Plantas Medicinais de Interesse ao SUS (RENISUS), constituída de espécies vegetais com potencial de avançar nas etapas da cadeia produtiva e de gerar produtos de interesse do Ministério da Saúde do Brasil.

Benefícios e vantagens da castanha-do-pará.



Fortaleça seu organismo por R$ 0,30/dia – LEIA;
Alguns elementos da castanha-do-pará:
Selênio: 200 a 400 micrograma /1 castanha – Corpo precisa no mínimo 55 microgramas/dia
Micronutriente importantíssimo para o organismo
Ômega 3 e 6 – 70% da castanha são ácidos graxos
Vitamina B,E, Cálcio, Fósforo e Magnésio
Vantagens de se consumir castanha-do-pará:
A castanha-do-pará é indicada para várias doenças, rica em proteínas, gorduras, fósforo, e utilizada para os rins, fígado, pulmão, cura anemia e fortalece o cérebro./
A castanha-do-pará é indispensável aos desnutridos, os desmineralizados, os anêmicos, e tuberculosos que encontrarão nesta castanha “com casca” um alimento preciosíssimo.
Em virtude de seu valor proteico é tida como carne vegetal. 
A castanha-do-pará afasta doenças do coração, previne cânceres, retarda o envelhecimento e regula o metabolismo
Possui portanto nutrientes como: ácidos graxos (ômega 3 e 6), vitaminas B e E, proteínas, fibras, cálcio, fósforo e magnésio. Como qualquer oleaginosa esta nós é rica em gorduras. Cerca de 70% da sua composição é de ácidos graxos insaturados (ômega 3 e 6) as chamadas gorduras do bem.
Mais a grande estrela é o selênio, um mineral altamente antioxidante que garante longevidade.
O selênio combate, por exemplo, o envelhecimento das células causados principalmente pelos radicais livres, e previne o aparecimento de tumores e doenças neurodegenerativas como: Alzheimer, e esclerose múltipla.
A tireoide funciona a pleno vapor na presença do mineral, se não fosse ele os famosos hormônios fabricados pela glândula não existiriam. A falta de selênio pode estar associada a um maior risco de câncer, doenças cardiovasculares, alteração das funções imunológicas, infertilidade masculina, inflamações e infecções virais.
A castanha-do-pará em casca (sem casca perde-se 75% do selênio) é uma fonte simples, efetiva e barata para aumentar o nível deste micronutriente fantástico no organismo.
Alimento que funciona – segunda a Anvisa a castanha-do-pará está na lista dos alimentos funcionais, isto porque, além de nutrir ela promove benefícios para a saúde. O consumo de uma castanha por dia ajuda a combater doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, câncer e obesidade.
O ômega 3 diminui o triglicerídeo, controla a hipertensão, já que, favorece o relaxamento dos vasos sanguíneos, além se ser um anti-inflamatório natural.
As vitaminas do complexo B e o magnésio são essenciais para o sistema nervoso, contribui para diminuir a ansiedade, melhorar o humor e ainda afastam a depressão.
CASTANHA EM CASCA – preservam de 70 a 80% do selênio contido e apresentam teores de minerais, ácidos graxos e aminoácidos preservados em relação as descascadas. Isso implica em que o inadequado manejo das castanhas leva a consideráveis perdas na suas características de composição, principalmente selênio, ácidos graxos (ômega 3 e 6) e aminoácidos.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Dejaci Ferreira de Sousa, acusado de triplo homicídio em Itaituba, ainda não foi preso pela Policia!!!

Na noite desta quarta feira, 02, surgiu a informação que o mesmo tinha sido preso, mas o que realmente aconteceu, foi que, policiais militares do km 30 prenderam um homem, com aparências de Dejaci.

Ao ser conduzido para Delegacia de Policia Civil, foi confirmado que não se tratava do assassino da advogada Dra. Leda, sua filha e sua funcionaria, muita gente me ligou para saber da informação, fui verificar e foi isso que aconteceu.
OAB cobra resultados para o caso Leda Marta
 Os advogados se reuniram nesta terça na sede da OAB a procura de respostas para um caso que até agora esta sem solução. A morte de três mulheres no dia 22 de fevereiro ganhou grande destaque, mas ainda não teve conclusão por parte da policia. O delegado do caso pediu prorrogação para entrega do inquérito e também conseguiu na justiça a prisão do advogado Altair Santos por mais 30 dias. Até então a policia tem ele como provável mandante do crime.   No entanto, a grande duvida está nas causas da morte, situação que só poderá ser esclarecida como a prisão do executor das vitimas.  
 Existem muitas informações controversas quanto à localização de Dejaci Ferreira de Souza, a ultima delas é de que ele estaria em uma comunidade rural próximo a Itaituba chamada Cocalino e tentaria fuga com destino a Parintins-Amazonas. A presidente da OAB Cistina Bueno falou em nome dos colegas de classe e disse que está havendo demora em uma resposta para o caso. 
A ordem alega que não vem recebendo informações da policia e que realiza uma investigação paralela. Segundo Cristina Bueno o governo precisa dar mais aparelhamento a equipe que investiga o caso para que todas as evidencias sejam apuradas. O Delegado Jardel Guimarães, superintendente da Policia Civil no Tapajós, disse que, todas as informações estão sendo apuradas pela Policia, qualquer informação que esta chegando na policia eles estão verificando.
Fonte: Jornalistas Junior Ribeiro e Diego Mota ...