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terça-feira, 9 de dezembro de 2014
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
Uma em cada três mulheres no mundo é vítima de violência conjugal
Série de estudos da OMS alerta que abusos físicos, emocionais e sexuais contra meninas e mulheres ocorrem em nível 'inaceitável' e cobra mais ações para combater o problema
Ativista segura cartaz em passeata contra a violência
doméstica contra a mulher, durante o Dia Internacional da Mulher em
Beirute, no Líbano
(Jamal Saidi/Reuters/VEJA)
Em todo o mundo, entre 100 e 140 milhões de mulheres jovens e adultas sofreram mutilações genitais nos anos recentes, uma das práticas mais desumanas que se pode conceber, destinada a impedir que a mulher tenha prazer. Além disso, mais de 3 milhões de garotas correm o risco de serem submetidas à prática todos os anos, só na África. Dados divulgados em 2012 também apontam que aproximadamente 70 milhões de meninas se casaram antes dos 18 anos, frequentemente contra a sua vontade.
No caso dos crimes de honra, o levantamento destaca os 1.957 casos registrados no Paquistão entre 2004 e 2007 e os mais de 900 ocorridos todos os anos nos Estados de Haryana, Punjab e Uttah Pradesh, na Índia.
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Saúde pública – A violência, "exacerbada durante os conflitos e as crises humanitárias", tem consequências dramáticas para a saúde mental e física das vítimas, destaca a OMS, cobrando mais ações para enfrentar o problema.
“Globalmente, uma em três mulheres vai ser alvo de violência sexual por parte do parceiro ou de desconhecidos ao longo da vida, o que mostra que mais investimentos são necessários na prevenção. Precisamos definitivamente fortalecer os serviços destinados às mulheres vítimas de violência, mas, para fazer a diferença na vida de mulheres e garotas, devemos trabalhar no sentido de alcançar a igualdade de gêneros e prevenir a violência antes mesmo de ela começar”, explicou Charlotte Watts, professora da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres e uma das organizadoras dos estudos.
"Nenhuma varinha de condão poderá suprimir a violência contra as mulheres. Mas temos provas de que é possível promover mudanças na mentalidade e no comportamento, em menos de uma geração", completou a especialista.
A organização das Nações Unidas reivindica um maior investimento de países e doadores para reduzir a discriminação contra as mulheres, destacando que este não é apenas um problema social e criminal, mas também um tema de saúde pública.
"O pessoal da área de saúde costuma ser o primeiro contato que as mulheres vítimas de violência têm", disse a doutora Claudia García Moreno, encarregada da pesquisa de violência contra as mulheres na OMS. Por isso, explicou, os trabalhadores da área precisam de uma formação adequada para lidar com esses casos.
Ações – Cinco formas de acelerar os esforços de combate aos abusos são apontadas pela OMS. Os Estados deveriam destinar mais recursos para tornar o tema uma prioridade, reconhecendo que ele representa um freio para o desenvolvimento e o acesso à saúde. Ao mesmo tempo, os elementos que perpetuam a discriminação entre os sexos, tanto nas leis quanto nas instituições, deveriam ser eliminados.
A promoção da igualdade, do comportamento não violento e a não estigmatização das vítimas também é uma necessidade, afirmaram os autores. A adoção de leis preventivas apoiadas na saúde, na segurança, na educação e na justiça também contribui para a mudança de atitudes.
Finalmente, os países deveriam favorecer os estudos e pôr em prática com mais rapidez as medidas que se revelarem mais eficazes na luta contra a discriminação de gênero.
(Com agência France-Presse)
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sexta-feira, 17 de outubro de 2014
DESABAFO DE UM MORADOR EM PORTO VELHO RONDONIA
INTERESSANTE QUE ESTÁ TERMINANDO O VERÃO E PREFEITO OU MESMO O GOVERNO CONFUNCIO MOURA NEM SEQUER FEZ ALGUMA COISA PARA MELHORAR OS PREJUIZOS NO QUAL ACONTECEU COM A ENCHENTE DO ANO PASSADO PARA ESTE ANO. AI EU PERGUNTO ONDE ESTÁ SENDO INVESTIDO O DINHEIRO QUE VEIO PARA RONDONIA NO INTUITO DE CONSERTAR OA ESTRAGOS CAUSADOS PELA ENCHENTE, O POVO QUE FOI RETIRADA DAS AREAS ALAGADAS TANTO DA CAPITAL COMO OS RIBEIRINHOS QUE PERDEU TUDO, AINDA ENCONTRA-SE NA ANTIGA ISNTALAÇÕES ONDE ERA A EXPOVEL, QUE NÃO EXISTE MAIS. PORQUE AGORA VEJO QUE NAS CAMPANHAS ELEITORAIS PROMETEM TUDO, VAMOS RESOLVER ISTO E AQUILO E A CIDADE ESTÁ ABANDONADA AS TRAÇAS É UMA VERGONHA VOCÊ ENTRAR EM PORTO VELHO, O CARTÃO POSTAL DE TODA CAPITAL TEM ALGO A MOSTRAR DE DIFERENTE MAS PORTO VELHO DEIXA A DESEJAR, DESANIMA QUEM CHEGA. SENHOR GOVERNADOR E SEU PREFEITO DEIXA UM POUCO SUAS CADEIRAS E DE UMA VOLTA EM PORTO VELHO E VEJA COMO ESTÁ O ESTADO DA MESMA NOS O ELEGEMOS PARA O SENHOR TRABALHAR E NÃO SÓ FICAR AI SENTADO SEM FAZER NADA ESSE É MEU DESABAFO NÃO SOU DAQUI E TENHO VERGONHA DE MORAR EM PORTO VELHO, POIS QUALQUER CIDADE FORA DE RONDONIA POR MAIS QUE SEJA PEQUENA É BEM MELHOR DO AQUI.
Oferecimento Publicidade Governo federal prolonga estado de calamidade pública em Rondônia Quinta-Feira, 16 de Outubro de 2014 / 11:02
Porto
Velho ainda receberá o repasse de recursos da ordem de R$ 601,6 mil
para a execução de ações de estabelecimento de serviços essenciais
A
Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério da
Integração Nacional editou Portaria no Diário Oficial da União desta
quinta-feira, 16, reconhecendo por mais 90 dias o estado de calamidade
pública do Estado de Rondônia. A decisão foi tomada em razão da
persistência da situação de anormalidade em decorrência das inundações
do Rio Madeira, que se prolongaram por meses.
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A capital Porto Velho ainda receberá o repasse de recursos da ordem de R$ 601,6 mil para a execução de ações de estabelecimento de serviços essenciais, segundo ato também do Ministério da Integração Nacional, publicado no Diário Oficial.
Em outra Portaria, a secretaria reconhece, em decorrência da seca na região, situação de emergência por procedimento sumário em 152 municípios do Estado do Rio Grande do Norte.
Situação de emergência, segundo os critérios oficiais, é uma situação anormal, decretada em razão de desastre que, embora não excedendo a capacidade inicial de resposta do município ou do Estado atingido, requer auxílio complementar do Estado ou da União para as ações de socorro e de recuperação.
Calamidade pública é definida como uma situação anormal, decretada em razão de desastre, que em razão da magnitude dos danos, requer auxílio direto e imediato do Estado ou da União para as ações de socorro e de recuperação.
Fonte: Agência Estado
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