quinta-feira, 17 de julho de 2014

A mentira como "herança" De pai para filho

 

Mentiu porque ama. E por amor teve medo de morrer. De frente ao governante enfurecido o pobre estrangeiro teme que a sentença seja a pior. Por medo de cair nas mãos de homens cegados pela ira, Isaque espalhou falsa notícia capaz de levar os moradores daquela terra ao pecado irreversível.
Quando Abraão chegou a Gerar, buscava lugar tranquilo onde pudesse plantar para comer e cuidar de sua família. Havia estado em Neguebe, Cades e Sur, mas foi ali que se estabeleceu. E foi ali que errou.
Abimeleque, o rei de Gerar, grita e suplica a Isaque. Não entende sua atitude e, talvez, tampouco Isaque a entenda. “É minha irmã”, disse ele, mesmo isso não sendo verdade. De herança recebeu a mentira de seu pai nos ombros e se aproveitou dela para os mesmos fins.
Abraão disse ao povo de Gerar “Ela é minha irmã”, pois muito bela era Sara e desconhecidos aqueles homens, que poderiam, por amor e desejo, matar o profeta e lhe abusar da esposa. Não esperava ele que o homem a se apaixonar por Sara seria não um camponês, mas o próprio rei.
“Porque eu dizia: para que eu não morra por causa dela”, justifica-se Isaque, mas palavra alguma é capaz de agradar ao rei. Heranças são bens deixados de pai para filho. O que Isaque herdou de seu pai, além de tantas outras coisas, foi o temor por amor.
Tanto o Abimeleque dos tempos de Abraão quanto o dos tempos de Isaque acreditaram no parentesco entre estrangeiro e acompanhante. “Não foi ele mesmo que me disse: É minha irmã? E ela também me disse: Ele é meu irmão?” Perguntavam-se ao perceber o grande erro cometido.
E Isaque tenta se justificar. Foi medo de morrer, foi medo do desconhecido, foi ato aprendido com o pai mesmo não sendo vivo quando aconteceu da primeira vez.
“Que é isso que nos fizeste? Facilmente algum do povo teria abusado de tua mulher, e tu, atraído sobre nós grave delito”, grita-lhe o Abimeleque.
Se aquele teve a chance de ver Isaque e Rebeca em carícias comprometedoras antes de tomar para si a mulher, seu predecessor não teve a mesma sorte.
Tomou o Abimeleque a Sara como esposa e a levou para dentro de sua casa, carregando junto o pecado. Foi em sonho que o Senhor lhe sentenciou: Vais ser punido de morte por causa da mulher que tomaste, porque ela tem marido.”
Qual o grau de inocência de quem não sabe o erro que comete? E qual a culpa de quem induz o outro ao erro? Isaque acaba perdoado pelo governante, por esse ter descoberto a mentira antes que algo acontecesse. Ainda ameaça o povo: “Qualquer que tocar a este homem ou à sua mulher certamente morrerá.”
Já Abraão, viu sua esposa ser tirada de si e nada pôde dizer. Mentiu porque amou. E por amor temeu a morte. Quando o sonho acabou, ainda no meio da madrugada, Abimeleque convocou todos os seus servos e lhes contou essas coisas e todos ficaram atemorizados.
“Que é isso que nos fizeste? Em que pequei eu contra ti, para trazeres tamanho pecado sobre mim e sobre o meu reino? Tu me fizeste o que não se deve fazer”, ouviu Abraão de Abimeleque.
Por milagre, o casamento ainda não havia sido consumado e, devolvendo Sara ao profeta, Deus perdoou a terra de Gerar. E esses casos provam que desde o tempo em que o homem passou a amar, também passou a temer por amor.
(*) Gênesis 20.1-18 e Gênesis 26.6-11

Descubra a importância da Arca da Aliança

Ela era a mobília sagrada responsável por armazenar três itens muito importantes para o povo de Israel

Muito mais do que um grande baú revestido de ouro, a Arca da Aliança era a mobília sagrada responsável por armazenar três itens importantes para o povo de Israel: as Tábuas dos Dez Mandamentos, a Vara de Arão que floresceu e frutificou e um recipiente com um pouco do Maná.
Esses objetos representavam momentos marcantes do relacionamento de Deus com o povo de Israel, lembrando os extraordinários milagres realizados durante a peregrinação de 40 anos no deserto.
As Tábuas da Lei foram entregues a Moisés, no Monte Sinai, para servirem como base da relação que Ele desejava ter com aquelas pessoas. Livres da escravidão, o povo precisava de orientação para seguir sua travessia até a Terra Prometida.
O Maná – uma espécie de pão enviado dos céus – lembrava a fidelidade de Deus, que não permitiu que o povo morresse de fome em um período de grande escassez.
E a Vara de Arão que floreceu significava que Deus havia dado a ele a autoridade sobre a tribo dos levitas. Naquele período, Arão e Moisés sofriam com críticas do povo que questionava a escolha de Arão.
Tratamento especial
Quando o Tabernáculo era montado e desmontado, a Arca era conduzida de forma especial e carregada apenas pelos sacerdotes. Uma pessoa comum não podia tocá-la.
A Arca da Aliança foi o único utensílio transferido diretamente do Tabernáculo para o templo construído por Salomão. Ela ficava disposta no reservado Lugar Santíssimo (Santos dos Santos) e era tão especial que apenas os sumos sacerdotes podiam vê-la. O tamanho e a forma foram determinados por Deus, que instruiu Moisés sobre todos os detalhes necessários à construção do notável objeto.
Era feita de madeira de acácia, revestida de ouro por dentro e por fora, e coberta pelo Propiciatório, uma única peça de ouro puro, com querubins nas suas duas extremidades. Entre os querubins, Deus falava com o sumo sacerdote sobre Suas diretrizes. (Êxodo 25.10-22).
Como objeto sagrado que carregava a Glória do povo de Israel, a Arca da Aliança era também alvo dos povos inimigos que tentaram roubá-la e destruí-la várias vezes. Até hoje não se sabe ao certo o seu paradeiro, pois não foram encontrados vestígios após a destruição do Templo de Jerusalém pelos babilônios. Acredita-se que, prevendo a destruição que aconteceria no Templo, os israelitas a tenham escondido.
O Templo de Salomão, que em breve será inaugurado no bairro do Brás, em São Paulo, também terá uma reprodução da Arca da Aliança. Ela aparecerá talhada na parede do altar, em uma fusão com a parede do batistério, e será revestida de ouro. O tamanho será muito maior que o original descrito na Bíblia em Êxodo 25.10.
Ela não ficará em um lugar restrito, como aconteceu com a Arca original, e os visitantes terão a oportunidade de contemplá-la.
No momento da morte de Jesus, o véu do santuário que separava o Lugar Santíssimo dos outros espaços do Templo rasgou-se e todos passaram a ter livre acesso à presença de Deus. “E eis que o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo; e tremeu a terra, e fenderam-se as pedras.” (Mateus 27.51)
Diante do Altar do Templo de Salomão, os visitantes terão a oportunidade de se achegarem à presença de Deus. Na piscina do batistério, poderão firmar um compromisso de comunhão com Ele. Seus mandamentos, Suas promessas, Suas provisões, Seu cuidado e misericórdia eterna estarão presentes dentro daqueles que O buscam e firmam um compromisso com Ele.
Nos dias de hoje, sabemos que a verdadeira Aliança entre Deus e o ser humano não é feita por objetos. Todos somos templos do Espírito Santo (1 Coríntios 6.19), desde que O aceitemos como nosso Senhor, por intermédio de Jesus Cristo. Ao firmar essa Aliança com o Altíssimo, a sua vida será transformada.

quarta-feira, 16 de julho de 2014



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sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Panicat Carol Dias fala sobre boatos de ser prostituta


Panicat Carol Dias fala sobre boatos de ser prostituta
A panicat Carol Dias comentou os recentes boatos envolvendo seu nome a uma suposta lista de prostituição divulgada por uma cafetina. Em conversa ao UOL, a modelo contou que ficou desesperada e chorou muito. "A notícia se alastrou pelas redes sociais, foi algo lamentável", opinou ela.
A informação, divulgada em um jornal do Rio de Janeiro, segundo Carol, a prejudicou muito. "Não admito esse tipo de situação com o meu nome. Nós que trabalhamos em programas conhecidos estamos sujeitos a esse tipo de coisa, mas divulgar como fato não perdoo", frisou ela. "Tenho orgulho de ser panicat", completou.
Capa da edição de novembro da revista "Sexy", ela revelou ainda que o ensaio será realizado no México. "Escolhi o lugar por ter um clima quente e acho que vou me sentir mais à vontade. Estou preparada e a grana vai ser muito boa para mim", finalizou.


Fonte: Bol

Créditos de celular pré-pago não terão mais prazo de validade


Créditos de celular pré-pago não terão mais prazo de validade
A Justiça proibiu que as operadoras de telefonia móvel estabeleçam prazo de validade para créditos pré-pagos em todo o território nacional. A decisão foi tomada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), após recurso do Ministério Público Federal (MPF) contra sentença da 5ª Vara Federal do Pará que manteve a validade dos créditos de celulares pré-pagos. 

A decisão deve ser cumprida em todo o território nacional, sob pena de multa diária no valor de R$ 50 mil, mas ainda cabe recurso.Para o relator do processo, desembargador federal Souza Prudente, o estabelecimento de prazos de validade para os créditos pré-pagos de celular configura-se um confisco antecipado dos valores pagos pelo serviço público de telefonia, que é devido aos consumidores. 

“Afigura-se manifesta a abusividade da limitação temporal em destaque, posto que, além de afrontar os princípios da isonomia e da não discriminação entre os usuários do serviço público de telefonia, inserido no Artigo 3º, Inciso 3º, da Lei nº. 9.472/97, na medida em que impõe ao usuário de menor poder aquisitivo discriminação injustificada e tratamento não isonômico em relação aos demais usuários desses serviços públicos de telefonia”.

O magistrado declarou nulas as cláusulas contratuais e as normas da Anatel que estipulem a perda dos créditos adquiridos após o prazo de validade ou que condicionem a continuidade do serviço à aquisição de novos créditos. Souza Prudente proibiu, ainda, que as operadoras Vivo, Oi, Amazônia Celular e TIM subtraiam créditos ou imponham prazos de validade para sua utilização. 

As empresas também terão que reativar, no prazo de 30 dias, o serviço dos usuários interrompido em razão da expiração dos créditos e restituir a exata quantia em saldo existente à época da suspensão.A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), estabeleceu, por meio de resolução, que os créditos podem estar sujeitos a prazo de validade, devendo a prestadora oferecer, no mínimo, créditos com validade de 90 a 180 dias. 

No caso de inserção de novos créditos antes do prazo previsto para rescisão do contrato, os créditos não utilizados e com prazo de validade expirado serão revalidados pelo mesmo prazo dos novos créditos adquiridos. No recurso, o MPF apontou que a expiração dos créditos são "afronta ao direito de propriedade e caracterização de enriquecimento ilícito por parte das operadoras" e considerou que as "cláusulas contratuais são abusivas", porque desequilibram a relação entre o consumidor e as operadoras que fornecem os serviços.


Fonte: Agência Brasil