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terça-feira, 22 de julho de 2014
quinta-feira, 17 de julho de 2014
Anjos da Madrugada
Anjos da Madrugada
De acordo com o censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, cerca
de 1,8 milhão de pessoas vivem nessas condições no País, e os milhares
de voluntários do projeto, presente em todo o Brasil, buscam ajudá-las.
As
ações do grupo estão diretamente ligadas ao resgate e auxílio dos
moradores de rua, intermediando a ida destes para abrigos da prefeitura
(quando desejam) e suprindo as necessidades básicas deles por meio de
doações de roupas, alimentos, cobertores e material de higiene pessoal,
arrecadados pelo grupo também por meio de doações.
Os
voluntários trabalham ainda no intuito deajudar essas pessoas a voltar
para casa e reencontrar os familiares nas cidades de origem, à medida
que encontram parceiros que aceitem financiar a viagem.
Na recolocação no mercado de trabalho dos moradores de rua, o Anjos da Madrugada age por meio da busca por emprego,
com aelaboração de currículos com fotos e direcionamento aos órgãos
públicos que fazem recrutamento.O grupo também ajuda a alfabetizar
aqueles que demonstram interesse, os quais são encaminhados à
Organização Educacional Ler e Escrever, também da Universal.
O
grupo Anjos da Madrugada só existe porque pessoas de boa vontade e
comprometidas com a solidariedade e amor ao próximo trabalham
voluntariamente para que aquele que está vivendo em condições de
vulnerabilidade seja resgatado como cidadão completo.
Voluntários da Universal visitam presídio Detentos receberam o segundo volume do livro Nada a Perder
Eles erraram, foram retirados do
convívio social e agora sofrem com a rejeição. Vivem encarcerados e
solitários, mas encontram refúgio na palavra de ânimo e fé dos
voluntários da Universal. Realizado há mais de 30 anos, o trabalho
evangelístico nos presídios tem resgatado pessoas marginalizadas pela
sociedade.
Nesta visita, eles receberam um presente especial: o segundo volume do livro "Nada a Perder", do bispo Edir Macedo.
Veja como foi:
A mentira como "herança" De pai para filho
Mentiu porque ama. E por amor teve medo de morrer. De frente ao governante enfurecido o pobre estrangeiro teme que a sentença seja a pior. Por medo de cair nas mãos de homens cegados pela ira, Isaque espalhou falsa notícia capaz de levar os moradores daquela terra ao pecado irreversível.
Quando Abraão chegou a Gerar, buscava
lugar tranquilo onde pudesse plantar para comer e cuidar de sua família.
Havia estado em Neguebe, Cades e Sur, mas foi ali que se estabeleceu. E
foi ali que errou.
Abimeleque, o rei de Gerar, grita e suplica a Isaque. Não entende sua atitude e, talvez, tampouco Isaque a entenda. “É minha irmã”,
disse ele, mesmo isso não sendo verdade. De herança recebeu a mentira
de seu pai nos ombros e se aproveitou dela para os mesmos fins.
Abraão disse ao povo de Gerar “Ela é minha irmã”,
pois muito bela era Sara e desconhecidos aqueles homens, que poderiam,
por amor e desejo, matar o profeta e lhe abusar da esposa. Não esperava
ele que o homem a se apaixonar por Sara seria não um camponês, mas o
próprio rei.
“Porque eu dizia: para que eu não morra por causa dela”,
justifica-se Isaque, mas palavra alguma é capaz de agradar ao rei.
Heranças são bens deixados de pai para filho. O que Isaque herdou de seu
pai, além de tantas outras coisas, foi o temor por amor.
Tanto o Abimeleque dos tempos de Abraão
quanto o dos tempos de Isaque acreditaram no parentesco entre
estrangeiro e acompanhante. “Não foi ele mesmo que me disse: É minha irmã? E ela também me disse: Ele é meu irmão?” Perguntavam-se ao perceber o grande erro cometido.
E Isaque tenta se justificar. Foi medo
de morrer, foi medo do desconhecido, foi ato aprendido com o pai mesmo
não sendo vivo quando aconteceu da primeira vez.
“Que é isso que nos fizeste? Facilmente algum do povo teria abusado de tua mulher, e tu, atraído sobre nós grave delito”, grita-lhe o Abimeleque.
Se aquele teve a chance de ver Isaque e
Rebeca em carícias comprometedoras antes de tomar para si a mulher, seu
predecessor não teve a mesma sorte.
Tomou o Abimeleque a Sara como esposa e a
levou para dentro de sua casa, carregando junto o pecado. Foi em sonho
que o Senhor lhe sentenciou: “Vais ser punido de morte por causa da mulher que tomaste, porque ela tem marido.”
Qual o grau de inocência de quem não
sabe o erro que comete? E qual a culpa de quem induz o outro ao erro?
Isaque acaba perdoado pelo governante, por esse ter descoberto a mentira
antes que algo acontecesse. Ainda ameaça o povo: “Qualquer que tocar a este homem ou à sua mulher certamente morrerá.”
Já Abraão, viu sua esposa ser tirada de
si e nada pôde dizer. Mentiu porque amou. E por amor temeu a morte.
Quando o sonho acabou, ainda no meio da madrugada, Abimeleque convocou
todos os seus servos e lhes contou essas coisas e todos ficaram
atemorizados.
“Que é isso que nos fizeste?
Em que pequei eu contra ti, para trazeres tamanho pecado sobre mim e
sobre o meu reino? Tu me fizeste o que não se deve fazer”, ouviu Abraão de Abimeleque.
Por milagre, o casamento ainda não havia
sido consumado e, devolvendo Sara ao profeta, Deus perdoou a terra de
Gerar. E esses casos provam que desde o tempo em que o homem passou a
amar, também passou a temer por amor.
(*) Gênesis 20.1-18 e Gênesis 26.6-11
Descubra a importância da Arca da Aliança
Ela era a mobília sagrada responsável por armazenar três itens muito importantes para o povo de Israel
Esses objetos representavam momentos
marcantes do relacionamento de Deus com o povo de Israel, lembrando os
extraordinários milagres realizados durante a peregrinação de 40 anos no
deserto.
As Tábuas da Lei foram entregues a
Moisés, no Monte Sinai, para servirem como base da relação que Ele
desejava ter com aquelas pessoas. Livres da escravidão, o povo precisava
de orientação para seguir sua travessia até a Terra Prometida.
O Maná – uma espécie de pão enviado dos
céus – lembrava a fidelidade de Deus, que não permitiu que o povo
morresse de fome em um período de grande escassez.
E a Vara de Arão que floreceu
significava que Deus havia dado a ele a autoridade sobre a tribo dos
levitas. Naquele período, Arão e Moisés sofriam com críticas do povo que
questionava a escolha de Arão.
Tratamento especial
A Arca da Aliança foi o único utensílio
transferido diretamente do Tabernáculo para o templo construído por
Salomão. Ela ficava disposta no reservado Lugar Santíssimo (Santos dos
Santos) e era tão especial que apenas os sumos sacerdotes podiam vê-la. O
tamanho e a forma foram determinados por Deus, que instruiu Moisés
sobre todos os detalhes necessários à construção do notável objeto.
Era feita de madeira de acácia,
revestida de ouro por dentro e por fora, e coberta pelo Propiciatório,
uma única peça de ouro puro, com querubins nas suas duas extremidades.
Entre os querubins, Deus falava com o sumo sacerdote sobre Suas
diretrizes. (Êxodo 25.10-22).
Como objeto sagrado que carregava a
Glória do povo de Israel, a Arca da Aliança era também alvo dos povos
inimigos que tentaram roubá-la e destruí-la várias vezes. Até hoje não
se sabe ao certo o seu paradeiro, pois não foram encontrados vestígios
após a destruição do Templo de Jerusalém pelos babilônios. Acredita-se
que, prevendo a destruição que aconteceria no Templo, os israelitas a
tenham escondido.
O Templo de Salomão, que em breve será
inaugurado no bairro do Brás, em São Paulo, também terá uma reprodução
da Arca da Aliança. Ela aparecerá talhada na parede do altar, em uma
fusão com a parede do batistério, e será revestida de ouro. O tamanho
será muito maior que o original descrito na Bíblia em Êxodo 25.10.
Ela não ficará em um lugar restrito, como aconteceu com a Arca original, e os visitantes terão a oportunidade de contemplá-la.
No momento da morte de Jesus, o véu do
santuário que separava o Lugar Santíssimo dos outros espaços do Templo
rasgou-se e todos passaram a ter livre acesso à presença de Deus. “E eis
que o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo; e tremeu a
terra, e fenderam-se as pedras.” (Mateus 27.51)
Diante do Altar do Templo de Salomão, os
visitantes terão a oportunidade de se achegarem à presença de Deus. Na
piscina do batistério, poderão firmar um compromisso de comunhão com
Ele. Seus mandamentos, Suas promessas, Suas provisões, Seu cuidado e
misericórdia eterna estarão presentes dentro daqueles que O buscam e
firmam um compromisso com Ele.
Nos dias de hoje, sabemos que a
verdadeira Aliança entre Deus e o ser humano não é feita por objetos.
Todos somos templos do Espírito Santo (1 Coríntios 6.19), desde que O
aceitemos como nosso Senhor, por intermédio de Jesus Cristo. Ao firmar
essa Aliança com o Altíssimo, a sua vida será transformada.
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